Polícia: ‘Força tarefa com as polícias será uma constante em Santo Estevão’, diz delegado

Dr Felipe já atuou como delegado em Ilhéus e em Santo Antonio de Jesus, além de passar 12 anos na polícia militar de Minas Gerais

Correio Entrevista: ‘Força tarefa com as polícias será uma constante em Santo Estevão’, diz delegado
Foto: Correio da Cidade


Felipe Vittig Ghiraldelli assumiu como Delegado Titular de Polícia Civil em Santo Estevão há três meses e já mostra resultados.

Vários inquéritos concluídos, pedidos de prisões, operações conjuntas e uma série de investigações em curso já refletem diretamente na diminuição da criminalidade em Santo Estevão. 

Dr Felipe já atuou na PM de Minas Gerais por 12 anos e como delegado das cidades de Ilhéus e Santo Antonio de Jesus. Essa experiência das duas corporações policiais talvez tenha dado a ele o tom do seu trabalho: o delegado já realizou pelo menos duas forças tarefas unindo policiais de Santo Estevão, Feira de Santana e Rafael Jambeiro e promete mais ações conjuntas. “Muitas operações com reforços policiais irão acontecer como medida de combate ao crime”, frisou.

No período de 90 dias como delegado, Dr Felipe já concluiu pelo menos 7 pedidos de prisões pelos crimes de tráfico de drogas, estupro, roubo e homicídio.  Também solicitou dos investigadores um levantamento de todos os homicídios recentes no município. “Nossa equipe de investigadores é muito boa. Estamos intimando pessoas, vamos para cima dos casos. Nossos policiais estão indo mesmo atrás”, conta.

O trabalho da polícia Civil, por ser investigativa muitas vezes não fica claro para a sociedade o seu real papel que é de juntar as peças de um crime, seja ele hediondo ou não.

Parceria | Para Dr Felipe, a delegacia deve ser um local onde o cidadão confie para ajudar a elucidar casos, dando informações corretas e importantes. “A questão da segurança pública é um direito de todos mas também é um dever. Precisamos ajudar a polícia”, disse.

Sigilo da fonte |  Uma das maiores dificuldades em prender um acusado é a falta de reconhecimento por partes da vítima. Sobre isso, o delegado garante todo o reconhecimento é extremamente sigiloso e não é revelada a identidade da vítima em nenhuma circunstância. “Temos duas formas de reconhecimento de pessoas: ou por imagens ou numa sala reservada onde o acusado não ver quem está fazendo o reconhecimento”, explicou. “Sem formalizar uma ação criminosa dificilmente a justiça manterá preso um indivíduo que cometeu um delito. Precisamos dessa cooperação da sociedade. Inclusive essas informações poderão ser tratadas diretamente comigo”, concluiu.
FONTE: Correio da Cidade